3 Comments

  1. 1

    helio marinho

    A pesquisa deveria mostrar se o marido agressor também é evangélico, pois tenho certeza que não o são e se for certamente deve ser 1% destes 40% da pesquisa

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  2. 2

    Ermison

    Papo furado

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  3. 3

    Linda Oliveira

    Não sei de que igreja vcs estão falando. A minha, assim como faz encontro de mulheres, tb faz encontro de homens, Escola Bíblica Dominical, acompanhamento de casais, se necessário, onde somos orientados, doutrinados, tanto mulheres como homens a amarem e respeitarem seus cônjuges. Pois a Bíblia dá respaldo ao que quiser se separar em caso de adultério e maus tratos. O perdão é uma questão de escolha, mais em caso de persistir o problema, a mulher não é obrigada a continuar nesta situação. Pelo que me consta estas pesquisas são feitas com um número muito reduzido de pessoas comparado ao número de
    pessoas existentes. Hoje em dia com tantas tentativas de denegrirem as igrejas evangélicas, que não dá pra acreditar que isto seja a pura verdade. Nós somos irmãos em Cristo, oramos uns pelos outros, quando passamos por algum problema pedimos ajuda aos irmãos, que a maioria das vezes o pastor nem toma conhecimento, pois Deus sempre atende nossas orações; e em 10 anos de evangélica, nunca recebi pedido de oração por este motivo, nenhum caso sequer. Aliás, estou me lembrando agora de um caso em que uma irmã, já de idade, casada com um neurótico de guerra, que quando ele tinha crise ele as vezes queria bater nela, mas ela me contou, que as poucas vezes que isto aconteceu, quando ele vinha para agredi-la, ele, seu marido, tropeçava no próprio pé. Deus nunca deixou ele me tocar. E eu creio nisto, pois eu sei as experiências que tenho com o Deus que eu sirvo. Abraço.

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