23 Comments

  1. 1

    Suelem

    Fácil falar,e quando o diálogo não resolve mais quando o castigo não resolve mais vai deixar pisar em cima dos pais depois de grande a faça me o favor hoje em dia diálogo não existe em algumas familias a geração de hoje não aceita não como resposta conheço pessoas desde pequeno que foram criados dentro de um ótimo ambiente familiar e se tornaram um bichos

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    1. 1.1

      guilherme

      Falta de inteligencia emocional faz os pais ficarem mais perdidos que a criança e consequentemente só vão saber bater, não vão saber conversar

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    2. 1.2

      Anny

      A julgar pelo modo com que você escreve, certamente não é capaz de ter uma conversa proveitosa sequer com um adulto, muito menos com uma criança. Não é a toa que o diálogo será ineficaz.

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    3. 1.3

      Anny

      Minha mãe também tem dificuldades com o uso da linguagem, mesmo hoje. Mesmo adultos e pessoas próximas que já a conhecem ter dificuldades de compreender o que ela quer dizer ou quais ideias quer transmitir. Da mesma forma, ela tem dificuldades em compreender o que lhe dizem.
      Quando criança, na grande maioria das vezes eu não conseguia compreender suas explicações e, quando questionava mais a fundo, ela via este comportamento como “pirraça” ou qualquer coisa negativa do gênero. Muitas vezes apanhei por pedir melhores explicações ou fazer perguntas a ela.

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    4. 1.4

      Not

      Pela sua escrita, da pra perceber que você é burra que nem uma porta, é obvio que você não vai conseguir ter um dialogo com uma criança, tenho pena dos seus filhos.

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  2. 2

    Lela

    Cresci apanhando muito da minha mãe e eduquei os meus filhos batendo também. Não na mesma proporção. Hoje me arrependo, mas naquele momento achava que esta era a maneira correta. É olha que não era uma ignorante. Sempre li muito, com boa escolaridade… mas nao sei ainda falar sobre o limite de cada coisa. Lembro das surras muitas vezes injustas da mimha mãe com 11 filhos pequenos, mas hj lembro mais ainda dos outros castigos q recebi e rsses castigos me soam hj bem mais dolorosos que as surras, diria que até cruéis, como ficar sem comer enquanto não fizesse determinada coisa que era minha “obrigação”. Enfim, acredito que as pessoas não poderiam casar E ter filhos sem antes ter uma boa orientação, um curso de como ser cônjuge e pai. Por ex. Depressão pós parto, TPM, parto, puerpério, bebês, crianças em casa para serem educadas, somado isto à falta de ou pouco dinheiro, abalam famílias e destroem casamentos.

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    1. 2.1

      ANDRE

      Perfeito…. Falta de inteligencia emocional dos pais… Bater em uma criança é crime… Nos meios de mais baixa renda e educacao, mata-se crianças indefesas de pancada…

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    2. 2.2

      ANDRE

      Voce e sua mae extravasavam violencia covardemente em crianças…. Este é o ponto…. COVARDIA praticada por covardes….

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  3. 3

    Warley

    Finalmente a verdade foi dita na TV Americana. A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane Clayson perguntou a ela: “Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro?” Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia: “Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas. Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?” À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas e outras coisas… Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O’hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião. Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas… A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém. Logo depois o Dr. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos: “Um perito nesse assunto deve saber o que está falando”. E então concordamos com ele. Depois alguém disse que os Professores e Diretores das Escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal. Então foi decidido que nenhum Professor poderia disciplinar os alunos… (há diferença entre disciplinar e tocar). Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem. E nós aceitamos sem ao menos questionar. Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que pudessem se divertir à vontade. E nós dissemos: “Está bem!” Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino. E nós dissemos: “Esta bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso”. Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet. Agora nós estamos nos perguntando por que nossos filhos não têm consciência e por que não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado; por que não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios… Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender: nós colhemos só aquilo que semeamos! Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus: “Senhor, por que não salvaste aquela criança na escola?” A resposta dEle: “querida criança, não Me deixam entrar nas Escolas!” É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o inferno. É triste como cremos em tudo que os Jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia, do que O Deus que nos falamos que seguimos, ensina. É triste como alguém diz: “eu creio em Deus”. Mas ainda assim segue a satanás, que, por sinal, também “crê” em Deus. É impressionante como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados! Como podemos enviar centenas de piadas pelo whatsApp, pelo facebook, pelo email, e elas se espalham como fogo, mas, quando tentamos enviar uma mensagem falando de Deus, por algum desses veículos, as pessoas têm medo de compartilhar e reenviá-los a outros! É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente na internet, mas uma discussão pública a respeito de Deus é suprimida rapidamente na Escola e no trabalho. Você mesmo pode não querer reenviar esta mensagem a muitos de sua lista porque você não tem certeza a respeito de como a receberão, ou do que pensarão. Não é verdade? Interessante que nós nos preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam a nosso respeito do que com o que Deus pensa…Mas, fique tranquilo! Se você não reenviar não vai lhe acontecer nenhum mal por causa disso, nem o contrário também por você enviar. Se você não enviar, o máximo que pode acontecer é outra pessoa enviar no seu lugar e você perder mais essa oportunidade de falar sobre como é boa uma vida convicta da presença de Deus.

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    1. 3.1

      Lucifer

      O que isso tem a ver com o texto? Vai se tratar, doente.

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  4. 4

    kelly

    Compara-se alhos com bugalhos. Agressao e crueldade animal nada tem a ver com uma palmada no rabo! Nao so não tem o mesmo objetivo nem força nem efeito. Eu não sou mãe mas acho que a educação da palmada também não é um ato demoníaco. Levei as minhas palmadas e se calhar havias formas diferentes de chegar ao mesmo fim mas cada um se adapta melhor e faz o melhor que sabe com os seus conhecimentos e limitaçoes. Estamos cada vez mais sensiveis parece me, facilmente uma coisa de nada se torna viral e as pessoas se inflamam na internet… Mais calma nas criticas. Se gostam de comparar, existem técnicas de obdiencia comportamental positivas e negativas também nos animais. E para cada estudo que prova uma coisa existe um outro a provar o contrário. Vamos aprofundar os dois lados da balança antes de escrever um artigo tendencioso…

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    1. 4.1

      ANDRE

      Palmada no rabo é uma coisa…. Espancamento, tortura fisica e psicologica é outra bem diferente…. Os amantes do espancamento de crianças estão ávidos por opinioes como a sua…

      E umas palmadas no rabo de alguns adultos ?? Tipo, pela policia ??? Será que devemos considerar tambem como “corretivas” ???

      Te garanto que tem muitos adultos, estes sim, que so vao se corrigir levando muita porrada.

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  5. 5

    Adriano

    Desculpem, mas não conheço um indivíduo sequer que tenha levado uma palmada na hora certa e tenha se revoltado por causa disso, ou se tornado mau elemento. Pelo contrário, conheço inúmeros que jamais ganharam um tapa, uma negativa ou um castigo, e se tornaram indivíduos incorrigíveis e intratáveis, alguns até delinquentes…

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  6. 6

    Marcos Vinícius

    Ir direto ao assunto proposto. Da palmadas ou lâmpadas com senso de educação por que não ser válidos? Não sou e nunca serei a favor de espancamento ou violência. Mas na proporção da educação básica e de valorização do ser é possível sim haver correções como uma lapada. Como senso de impor limites. Kero vê alguém passar acima da velocidade permitida em um radar na estrada. Os que têm respeito não passam dos limites. Os que perderam a moral e senso de humanidade pelo bem sempre quebram as regras e por que não exercer as devidas providências necessárias? Tenho dois filhos e eles sabem que se vacilar o radar vai notificar.

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  7. 7

    Rafael Cavalli Viapiana

    olha, discordo da maioria do que essas pesquisadoras escreveram. tenho a impressão que essas sujeitas não têm filhos e nunca educaram crianças. sabem muito da teoria, mas muito pouco ou quase nada do que é a prática. uma amiga compartilhou este artigo na sua linha do tempo e senti-me na obrigação como cidadão de posicionar-me. eu vou copiar e colar aqui o que eu escrevi para ela lá. espero do fundo do meu coração que essa gente que escreveu essa pérola de artigo se preste a ler todos os comentários pq são todos muito bons. “Fernanda, desculpa por escrever tanto é que desse assunto eu entendo bem. te digo que é educação sim! eu fui uma criança tri arteira, apanhei e apanhei muito! eu era tinhoso! mereci quase todas as vezes. só não mereci uma única vez e minha mãe me pede desculpa até hj. eu tenho 36 anos agora. minha irmã, todos os meus primos e primas, meus tios, todos apanhamos quando criança. hj todos nós somos pessoas de bem, com valores, com caráter, nenhum é ladrão, corrupto ou drogado. nenhum é bêbado, bate na mulher ou espanca seus filhos. somos todos honestos. mas todos que tem filhos batem neles para educá-los. eu não culpo minha mãe pelas surras e nunca denunciei ela para o conselho tutelar, como já vi acontecendo. se tu foi uma criança querida, comportada, aprendeu a ser uma mulher decente sem precisar apanhar de teus pais, PARABÉNS! mas isso não é regra, é excessão. tem criança que conversar, botar de castigo, dar sermão, de nada resolve. as crianças do nosso tempo, de antes até e de hj precisam de limites, precisam respeitar a autoridade dos pais. a surra (bem diferente da agressão ou o espancamento que devem ser tratadas como crime!), na minha opinião é uma forma eficaz de educar uma criança ‘rebelde’. é mais uma ferramenta que os pais podem usar na educação dos filhos. pra tu ter uma idéia, a mãe me surrava na maioria das vezes de de cinto, e não era na bunda, era nas pernas, pra ficar marcado. demorava uns quantos dias pra sair. daí no outro dia ela me fazia ir pro colégio de bermuda, pra todos meus coleguinhas verem e eu ter que explicar pra eles pq eu tinha apanhado. hj eu analiso e penso que ela exagerava, mas nem por isso eu cresci revoltado com ela. já um amiguinho meu, duas casas para baixo, apanhava do pai dele com um relho, desses de dar em cavalo. o relho ficava na sala, num lugar de destaque na parede. ele apanhava bem mais que eu e também cresceu um homem íntegro. por isso que eu te digo: a surra é só mais uma maneira de educar. ela é necessária e não dá culpar os pais. oi de novo Fernanda. quero falar mais umas coisas: todo esse textão eu escrevi sem ter lido o artigo que tu postou, apenas baseado no título dele e na minha experiência, dos meus familiares e dos meus amigos. agora eu li o texto e te digo que discordo com pelo menos a metade do que está escrito. principalmente dessa frase aqui: “Só a convivência e o tempo investido pelos pais no diálogo possibilita uma base afetiva em que os filhos reconhecem nos pais alguém que se preocupa, que ouve e, mais importante, um modelo a seguir”, e quando o diálogo, o castigo e as consequências não funcionam? tinha vezes que a mãe, com todo o carinho, falava uma vez e não resolvia, falava duas, dez, vinte, até perder a paciência e podia apostar que vinha laço! se não fugisse, apanhava. se fugisse, apanhava mais. mas é claro que não dá para generalizar! o que funcionou para mim talvez não funcione pra tantas outras crianças. enquanto eu estava lendo o teu artigo, eu lembrei de dois exemplos próximos a mim. vou tentar resumir. o primeiro aconteceu com o filho de uma amiga da mãe, uma fotógrafa famosa aqui da nossa cidade. o piá tinha +/-16 e nunca tinha apanhado dos pais. um dia essa mãe chegou aqui na nossa casa se debulhando de tanto chorar. o filho dela estava ultra viciado em drogas e já estava roubando da bolsa da mãe pra comprar. eu não sei como a história termina pq eu não fiquei escutando atras da porta. o outro caso aconteceu quando eu já morava e em santa maria. eu fazia cursinho. quando vagou um quarto no nosso ap eu convidei pra morar com a gente o meu melhor amigo, ele era O AMIGO, a gente estava sempre junto e como ele era mais alto e mais forte, me defendia de apanhar dos guris mal encarados lá da nossa cidade. ele é filho único e também foi criado sem apanhar, só na base do diálogo. ele já cursava uma faculdade particular de santa maria. um belo dia eu entrei no quarto dele, sem ele estar junto e sem pedir licença, pra pegar uma ferramenta emprestada. quando eu abri a porta do roupeiro vi um pote plástico com tampa cheio de maconha. ele entrou no quarto logo depois e me deu um baita chingão (com razão!), mandou eu sair e bateu a porta. nunca mais toquei no assunto. em nome da nossa grande amizade e mesmo vendo que ele estava indo por um caminho errado, não contei pra mãe dele (devia ter contado). várias vezes o vi fumando em casa nos horários que dizia pra mãe dele que estava na faculdade. depois de um tempo eu fiquei sabendo que ele começou a dizer pra mãe dele que eu estava usando drogas e faltando o cursinho. a mãe dele, como rica criatura que era e ainda é, ficou preocupada comigo e foi falar com a minha mãe. claro que a veia ficou preocupada, mas confiava na educação que tinha me dado, e me ligou assim que a mulher saiu. aí eu expliquei toda a história, tim tim por tim tim. depois disso nossa amizade desandou e ele saiu do ap. nunca mais nos falamos. de novo vou dizer que não da pra generalizar. o fato de estes dois sujeitos nunca terem apanhado não justifica seus desvios de caráter. de novo escrevi um textão, me perdoe.”

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  8. 8

    Talita

    antes de tudo conheça seu filho, tem criancas q aprendem na base da cv e castigo, outras nao. Primeiro deve sim cv, depois.colocar de castigo se o.comportamento se manter e so depois dar uma palmada na bunda. Eu msm vivia aprontando, minha mae cv cv cv cmg e eu continuava aprontando, uma vez fiquei dois meses sem poder ver TV e msm assim na primeira oportunidade fiz merra de novo, outra vez tive q lavar o banheiro todo dia por um mes pra ver se aprendia (isso ja com 12 anos), quem disse q aprendi? Fiz a msm merda, sim, eu aprontava na maldade msm, pra testar os meus pais . So depois q comecei a levar umas.chineladas q aprendi

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  9. 9

    Paula

    Quem define o que é “uma simples correção” ou um “espancamento”? Para o adulto que bate, normalmente descontrolado, ele pode estar apenas dando “tapinhas”. Para a criança que apanha e que sente a dor, tanto física quanto emocional, pode estar beirando o insuportável. Quando é o agressor que define o limite da dor do outro, da vítima, a relação já está errada. Ensinar a resolver os conflitos pela violência não leva 100% das pessoas a se tornarem “bandidos” e cia. Mas leva aquele adulto a acreditar que a violência doméstica é aceitável e passar ou a repeti-la (agredindo a todos aqueles que se comportam de forma considerada “errada”) ou a deixar que repitam com ele a violência recebida dos pais, seja por meio emocional (de humilhações, abusos) ou agressões físicas.

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    1. 9.1

      Maria

      Um estalo não é violência doméstica, não quando se trata de um estalo em fins educativos. Não se trata tão pouco de definir dor, pois quando, neste contexto, um pai dá um estalo no filho o seu objectivo não é magoá-lo e sim fazer a criança perceber que está errada e existe um limite, e que muitas das vezes a criança não percebe, por muito que se lhes diga ou castigue. É por existirem tantos pais sem mão nos filhos, com ‘medo’ de os educar, que as gerações mais novas cada vez pioram mais, as pessoas são mais mal educadas e rudes, pois os pais desses sim não lhes souberam impor um limite e mostrar a criança que existe respeito que é devido aos pais. Depois anda-se na rua e a cada esquina são 3 bebés a fazer birra, porque o papá teve medo de ‘agredir’ a criança… Levei muitos estalos da minha mãe enquanto criança, sim por vezes doeu e não gostei. Hoje em dia não sou revoltada, mal educada, desiquilibrada, agressora, ou qualquer uma situação semelhante. Pelo contrário, agradeço a minha mãe por saber educar me no tempo e altura devidos.

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  10. 10

    Claudio

    Ipocresia, e falta de conhecimento real do assunto, e por esse pensamento que as familias estao sendo destruidas e a juventude perdida, pois crescem sem limites e senso de deveres, do que e certo ou errado, e ainda menti ao comparar uma palmada a um chute em um animal e uma agressao real de uma pessoa na outra. O pai que nao repreende nao ama seu filho, porque o que nao se aprende dos pais com amor sera apreendido na rua com a dor.

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    1. 10.1

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      Acredito que o primeiro passo antes de vir aqui defender agressão contra crianças seja aprender a escrever, porque IPOCRESIA foi foda.

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  11. 11

    Master Yoda

    Apanhei muito do meu mestre no judô, mesmo depois de adulto e nem por isso foi agressão. Já dei alguns tapas e broncas no meu cão. Não preciso dizer de quem ele não sai de perto quando estou em casa. E por fim, já dei um tapa (repetindo, 1 tapa) em cada um dos meus filhos quando eram pequenos. Diálogo é bom, quando estão adultos. Enquanto crianças, quando a bronca não funciona, um tapa, as vezes é necessário. Sábado passado, saímos juntos e a mais nova chegou para mim e minha esposa, nos abraçou e nos disse que ama muito, do nada. Dar um tapa, é diferente de espancar. É impor limites, e por muitas vezes, a criança te desafia. Esse papo de diálogo, de amizade é para a fase adulta. Até os 16 anos, a hierarquia pai/mãe filho deve prevalecer acima de tudo. Ou vão acabar criando monstros.

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  12. 12

    Master Yoda

    Exatamente. Eu apanhei muito, cheguei a levar porrada de cinto da minha mãe. Nem por isso sou perdido ou anormal. Muito pelo contrário. Ao contrário de minha falecida mãe, bati apenas uma vez, com 1 tapa quando meus filhos eram pequenos. Nunca mais precisei levantar a mão para nenhum deles. Não me considero violento e creio que criei bem meus filhos. Pessoas próximas, já me falaram isso várias vezes. Um tapa, na hora certa, quando a bronca não surte efeito, é providencial.

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  13. 13

    Ariane

    Acho a maior besteira quando dão a desculpa do “apanhei e cresci bem”. Vc cresceu bem, mas cada pessoa é diferente uma da outra. Eu fui uma criança que apanhou, cresci sem grandes traumas sim, e sinto um amor imenso pelos meus pais,mas me lembro perfeitamente da sensação de se sentir diminuído, com raiva, de sem ter pra quem recorrer (já que a agressão está vindo justamente do seu “porto seguro”), e me ensinou o que? Nada. Continuei tendo dificuldade em
    matemática, continuei fazendo artes e brigando com meu irmão. Por isso me recuso a bater na minha filha. Às vezes, no calor do momento sinto o impulso, mas ainda bem que consigo refreá-lo, pois sei que além expô-la a todos esses sentimentos negativos, doeria em mim quando a situação se resolvesse. Confesso que ainda tenho que “trabalhar” meu auto-controle nos gritos, mas ainda chego lá. Rs.

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